quarta-feira, 23 de março de 2011

Ser incansavelmente otimista

O pensamento tem poder infinito.
Ele mexe com o destino, acompanha a sua vontade.
Ao esperar o melhor, você cria uma expectativa positiva que detona o processo de vitória.
Ser otimista é ser perseverante, é ter uma fé inabalável e uma certeza sem limites de que tudo vai dar certo.
Ao nascer o sentimento de entusiasmo, o universo aplaude tal iniciativa e conspira a seu favor, colocando-o a serviço da humanidade.
Você é quem escreve a história de sua vida - ao optar pelas atitudes construtivas - você cresce como ser humano e filho dileto de DEUS.
Positivo atrai positivo.
Alegria chama alegria.
Ao exalar esse estado otimista, nossa consciência desperta energias vitais que vão trabalhar na direção de suas metas.
Seja incansavelmente otimista. Faz bem para o corpo, para a mente e para a alma.
É humano e natural viver aflições, só não é inteligente conviver com elas por muito tempo.
Seja mais paciente consigo mesmo, saiba entender suas limitações.
Sem esforço não existe vitória.
Ao escolher com sabedoria viver sua vida com otimismo, seu coração sorri, seus olhos brilham e a humanidade agradece por você existir.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Ensaio com João Ferreira

Conheci João pela internet no facebook. 
Ele me convidou pra um ensaio no passeio público em Salvador...eu fui...
Vê só:




Batizei esse ensaio de 'Do desejo' em homenagem a poesia de Hilda Hilst


...


E por que haverias de querer minha alma
Na tua cama?
Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas
Obscenas, porque era assim que gostávamos.
Mas não menti gozo prazer lascívia
Nem omiti que a alma está além, buscando
Aquele Outro. E te repito: por que haverias
De querer minha alma na tua cama?
Jubila-te da memória de coitos e de acertos.
Ou tenta-me de novo. Obriga-me.
(Do Desejo - 1992)


...


Aqui vão as fotos na íntegra (site e Fickr de João Ferreira):
http://www.fotosdejoao.com.br
http://www.flickr.com/photos/fotojoao/sets/72157625948557440/

Book Novo no ano novo

 

Fotos: Saulo Kainuma

Figurino: D'Malicuia, Escritório de Moda Sandra Kowalczuk, Rita Batista e Adriana Sepúlveda

Cabelo e Make: Raquel Alves

Produção: Elvira Pagã 

Agradecimentos especiais: Liu Nascimento, Carolina Castro e Diane Lima.
Obs.: Sem Phooshop nem tratamentos!

tem mais no meu multiply:
http://gabrielanery.multiply.com/photos/album/22/Book_2011

Exibição do curta 'Sobre minhas pernas' no Cafofo - REGISTRO

Já passou, mas ficou o registro.

Cafofo: um bar bem cafofo na Pompéia da Paulicéia

obs1: o telão é frente-e-verso, então quem passa de carro ou a pé também vê.

obs2: o povo da pizzaria ao lado ficou sem entender o que eram os gemidos...


sábado, 11 de dezembro de 2010

Exibição do curta 'Sobre minhas pernas'

Um salve para Lincoln Péricles, Erika Inoue, Priscila Noronha, Nathan Ezahya,Matheus Mardegan, Danillo Marques e toda a turma que ajudou na produção do curta 'Sobre minhas pernas', filme ficou além das expectativas. Estou muito feliz em ver o resultado mais do que digno de FESTIVAIS. Espero que este seja o primeiro de muitos da Astúcia Filmes. Ontem na exibição roots (a Taberna é o máximo) achei muito bom, são talentos que vieram mudar a cara do cinema nacional, um novo movimento está por vir...GALERA, para o alto e AVANTE! Filme é pra ser exibido e visto, cinema sem públio, platéia e audência não é cinema.

sábado, 13 de novembro de 2010

Teatro Empresarial, a arte e a coragem de ser clichê.

(Little Beth e Mary Smith, ou melhor: Dengosa Chimbinha e Lady Caipira)


Desde quando decidi morar em São Paulo resolvi assumir a proposta de viver de teatro, mais uma tarefa nada fácil, ainda mais para uma nordestina recém chegada na terra saturada de imigrantes que sofrem dos preconceitos entranhados desde hábitos diários a comportamento xenófobos humilhantes. Meus Deus como dói...e cansa! Não entendo como o egoísmo, competição, julgamento e comparação podem chegar a tal ponto, mas não vim aqui pra falar sobre isso, pois não me considero dentro de nenhum grupo sócio-regional a tal ponto de me achar pior ou melhor do que ninguém, pois como diz minha amiga Miti, só somos melhores em nós mesmos...e tenho dito!

Mas sou uma pessoa de sorte, encontrei por aqui pessoas muito generosas, colegas maravilhosos com quem trabalhei.



Então, antes de conseguir viver de teatro (não sei como) porque ainda faço outras coisas, mas estou cada vez menos fazendo outras coisas pra ser somente atriz! E assistindo o seriado Clandestinos com a personagem nordestina que sai de Pernambuco e vai para o Rio também em busca de seus sonhos, me lembrei que minha saga não está sendo diferente. Aliás, esse gerúndio insuportável é coisa daqui de SP, tudo é assim: estarei ligando, estarei fazendo...caramba porque não ser mais simples e limpo: Ligarei, farei, serei. Então, lembrei que minha saga não está diferente!


Já trampei na noite, já fui assistente da assistente da assistente, já dobrei embalagens, já entreguei panfletos como atriz (?), produzi, toquei, dancei, já fiquei na catraca (não vou explicar)...e agora faço teatro empresarial. Um puta exercício de improvisação, desprendimento, desapego, desinibição e desvaidade (acabei de criar). Antes de tudo, a função do teatro empresarial é a formação de público e consciência. Isso é o que mais me orgulha. Levar teatro a quem nunca foi ver uma peça se quer.



Considerado pela maioria da classe artística como teatro inferior, o teatro empresarial tem muitas vantagens. A gente estuda tanto, investe tanto em nossa carreira, sonhamos em fazer cinema, televisão, turnês mundo afora com uma boa Cia, cachês gordos em campanhas publicitárias...mas meu Deus, como entrar nessa panela sem se queimar? Aí eu respondo: treinando e estudando muito! OK, mas os cursos são tão caros...e agora? Então vá fazer teatro empresarial. Poucos ensaios, pouco tempo para memorizar os textos, apresentações em lugares de péssimas condições de acústica somados ao som de máquinas industrias, então...o que você quer mais?

POis é, continuo nesse caminho, sem negar as oportunidades e usando tudo a meu favor. Aceitando a vida como ela é, sem sofrimento, sem desespero, sem ficar reclamando, lamentando, justificando.

Faço Teatro Empresarial com MUITO ORGULHO sim sinhÔ!
Vamos ser clichê, vamos ser brega, mas vamos viver o que tem pra viver.

Esse foi o ano do quase. FOdA! Coisa estranha, como uma pessoa com a capacidade que tenho não conseguir emplacar em tantas oportunidades que me foram dadas...foi um triz, escorregou entre os dedos, bateu na trave...ah mas eu sei, eu sei porque, e sei mais ainda que não vai ficar assim, quem tem como me pagar não me deve nada!

Eu vou chegar lá, vou voar alto, dar um salto quando você menos esperar estarei mais longe ainda, até que pra me ver terá que se lembrar que um dia passei por você e não me deu valor ou então por egoísmo não me deixou subir.

E a roda do mundo vai girar ao meu favor, e como uma boa serpente sinuosa caminho pacientemente para minha vez de brilhar!

domingo, 18 de abril de 2010

'Blow Up' ou 'Depois daquele beijo'

Delícia de cena...digamos....sexo subliminar.



*Esse filme trouxe ao mundo a primeira cena de nudez frontal (da cantora-atriz Jane Birkin) feminina em um filme não-erótico e dirigido ao grande público.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Nota Jornal da Tarde (SP) sobre oficina de DJ pra mulheres



>>na tentativa de ilustrar essa nota fotografei o jornal (desculpe a falta de qualidade), a matéria em PDF só está disponivel para assinantes.


Hip-hop é coisa de menina
Ana Carolina Rodrigues

No centro de São Paulo, quatro mulheres descem do salto e sobem nas picapes para se aventurarem no machista universo do hip-hop numa aula para DJs. Voltada apenas para moças, o curso mostra que picape também é coisa para as meninas. Por Juliana Faddul

“O principal do DJ é trocar a música sem que ninguém perceba e todos continuem dançando”, explica a professora e DJ Vivian Marques, enquanto risca o vinil ‘Oldest Bastard’ com suas unhas azuis-celeste. E assim inicia a aula intitulada ‘Hip Hop de Salto’, na qual mulheres aprendem a discotecar o gênero musical.

Numa sala bastante abafada, no andar de cima de uma descolada galeria no centro da cidade, nada de livros ou cadernos. Apenas uma lousa, duas picapes, algumas apostilas e inúmeros discos de vinil.

A primeira aula é bastante teórica, para que as meninas possam “aprender a contar música”, explica a professora Vivian. Mas a curiosidade é tanta que as moças acabam indo se arriscar nas picapes. E não fazem feio. Principalmente a caçula da turma, Cindy Menezes, de apenas 14 anos, que foi a primeira a ‘contar uma música’ no toca-disco. A gíria, utilizada pela professora, explica o método que DJs utilizam para contar o tempo no qual possam mixar uma música em cima de outra.

Para interagir com as alunas, Vivian pergunta que som elas mais curtem. Os gêneros variam de reggae a drum’n bass (uma das vertentes da música eletrônica). A DJ também explicou todos os elementos que compõem a picape e como montá-la e desmontá-la.

No final da aula, a discussão foi como elas ficaram sabendo que foram aceitas para frequentar o curso de DJ. Para cursar a aula, que é gratuita e financiada por uma instituição estrangeira, houve mais de 300 inscrições para as cinco concorridas vagas.

Quem passou o pente fino na seletiva foi a coordenadora do curso, Lisa Bueno, que além de DJ, atuou também como ‘detetive’. “Liguei na casa de algumas pessoas para saber se a situação financeira delas condizia com o que estava na ficha”, explica. Contudo, mesmo com a seletiva, uma das meninas não compareceu. Pena, visto que no final das aulas, que ocorrem uma vez por semana, haverá um “teste” com um conhecido DJ de hip-hop. A garota que tocar melhor e tiver mais presença de palco terá a honra de discotecar numa festa.

Jornal da Tarde - SP - 04.04.10

Mixtape Nina Simone

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Pra se deliciar ao som do Blues

terça-feira, 16 de março de 2010

Oficinas de DJ para mulheres



Já foi a época de reclamar do espaço restrito da mulher no hip hop. O fazer é muito mais importante e é esse o lema que a Applebum, crew formada por cinco DJeias paulistanas, escreveu em sua bandeira.

Prova disso é o Hip Hop de Salto, projeto aprovado pelo Fundo Elas, um misto de oficina, workshop e apresentação, que envolve não só o rap, mas também os outros elementos da cultura hip hop.

As ações começam em março, com a série de oficinas ministradas pelas próprias DJs. Em três meses, as alunas inscritas serão divididas em grupos e terão uma aula por semana na e-djs. As futuras DJeias aprendem técnicas de mixagem e de turntablism – a arte de manipular sons com vinis –, e treinam para uma apresentação em um dos workshops organizados pela crew.

Se você tem vontade de ser DJ ou apenas curiosidade, e é do sexo feminino, garanta já a sua vaga.

O projeto Hip Hop de Salto procura meninas interessadas na discotecagem devido a pouca procura de mulheres neste seguimento.

Serão 4 turmas (de no máximo 5 meninas, garotas ou mulheres de qualquer idade) ministradas nos estúdios da e-djs (www.e-djs.com.br) na tradicional Galeria Presidente no centro de SP.

Escolha seu melhor horário:
Turma 1 – Início dia 27 de março aos sábados das 17h às 19h
Turma 2 – Início dia 26 de março às sexta-feiras das 18H30 às 20H30
Turma 3 – Início dia 31 de março às quarta-feiras das 18H30 às 20H30
Turma 4 – Início dia 30 de março às terça-feiras das 11H às 13H

Para se inscrever, envie nome completo, telefone e o motivo pelo qual gostaria de fazer parte das oficinas do Hip Hop de Salto para o e-mail hiphopdesalto@gmail.com. Aguarde uma resposta da equipe confirmando sua participação.

Boa sorte!